A questão do aborto no Brasil
Enviada em 16/08/2024
No filme Doce Vingança, retrata uma história polêmica dirigida para maiores de idade, a personagem principal é estuprada e violentada por um grupo de homens, sendo um deles das forças policiais da região, que acoberta toda a violência cometida sobre a vítima. Assim como no Brasil, muitas vezes mulheres vítimas de crimes sexuais não recebem a devida justiça pela violência sofrida e em caso de gravidez indesejada são obrigadas a passar por esse período sem a opção de abortar, o que resulta em milhares de mulheres mortas em tentativas falhas de aborto por remédios ou em clínicas clandestinas, isso acontece devido a negligência do governo perante o estuprador e a desinformação preconceituosa que impossibilitam que o aborto seja legalizado em caso de estupro.
Atualmente, a sociedade não executa um bom sistema de segurança às mulheres violentadas sexualmente. Nesse sentido, existem milhares de casos pelo Brasil relatando esse tipo de problema, muitos deles não atendidos ou deixados de lado, fazendo com que as vítimas não alcancem seu agressor, saindo impune do crime cometido.
Constantemente, ocorrem debates nas redes socias, com o tema da legalização do aborto em caso de estupro, fazendo com que o assunto vá e volte diversas vezes. Notou-se que há pouco tempo estava tramitando no Congresso Nacional essa temática da liberação do aborto, em casos específicos. Outrossim, esse tema debatido é muito polêmico, pois vai contra os princípios da maioria das pessoas idosas, sendo considerado um ato de crueldade de mãe para filho. Porém, existem maneiras seguras de pôr o aborto em prática, por um meio de não deixar a vida da mulher em risco, sendo assim, a ideia poderia totalmente ser aplicada no Brasil.
Logo, o país deve se preocupar mais com a proteção das mulheres violentadas, fazendo com que leis mais rígidas peguem e punam os agressores em nome da justiça. Mas também, que, por meio de mais palestras sobre a saúde e autoconhecimento da mulher, novas orientações sejam impostas pelo Ministério Da Saúde, para que as mulheres entendam e saibam dos desafios e direitos que existem em seu próprio corpo.