A questão do aborto no Brasil

Enviada em 22/08/2022

A Constituição Federal de 1988 garante aos seus cidadãos direito a vida, a in-viobilidade de direitos e liberdades básicas. Entretanto, pelos movimentos radicais feministas do século XXI, ocorre o fenômeno da desumanização do feto, ou seja, a banalização do aborto e a tentativa de expansão agressiva dos procedimentos permitidos por lei, que são, quando o feto é anencéfalo, em caso de estupro e de riscos para a gestante. A questão do aborto no Brasil não será uma necessidade por intermédio da educação sexual e da conscientização da vida humana.

Sob esse viés, a negligência governamental com a educação sexual proporciona um nível educacional baixo sobre a questão reprodutiva. Segundo o filosófo da Antiguidade, Pitágoras “Educai as crianças e não será necessário punir os adultos.” No contexto atual, é necessário orientar a comunidade infantojuvenil a uma dire-ção diferente da atual, em que, pela pobreza de conhecimento da questão repro-dutiva e de métodos contraceptivos, acabam por gerar gravidezes precoces e indesejadas, desse modo levando muitas gestantes, por desespero, à interrupção da vida fetal em ambientes insalubres. Por esse motivo, a criação de matérias sexuais nas comunidades estudantis são essenciais e em médio prazo, supriria a falta de clareza sobre o tema e diminuiria a continuação desse ato irremediável.

Outrossim, a temática torna-se mais complexa quando é notável toda uma mobilização para tornar fútil um ato irreparável. A celébre frase do livro “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell " Todos os animais são iguais, porém alguns são mais iguais que outros.", com fina ironia, o autor demonstra de maneira paralela que acontece na atualidade, em que camuflado de direito básico feminino e ação inofensiva, termina por tornar, sem escrúpulos, a interrupção de uma vida.

Fica claro, portanto, a necessidade ações efetivas para que não seja preciso a questão do aborto no Brasil. Cabe ao Ministério da Educação propor aos ambientes educacionais, a inserção de matérias reprodutivas nas grades curriculares, por meio de minicursos inclusivos, com o objetivo de instrutir a futura geração sobre a responsabilidade e segurança sexual, apenas desse modo a questão do aborto para motivos fúteis não será sequer pensando.