A questão do aborto no Brasil
Enviada em 03/09/2022
Segundo o filósofo grego Platão, “O mais importante não é viver, mas viver bem”. Análogo a isso, o conceito proposto de viver bem entra em debate quando se trata do aborto no Brasil. Dessa forma, é imperioso analisar os alicerces dessa problemática: a falta de conhecimento, bem como a rotina da mulher contemporânea.
Sob esse viés, é indispensável discutir sobre a falta de conhecimento. Dessa maneira, é viável destacar “O Mito da Caverna” no qual Platão retrata pessoas que estão acorrentadas dentro de uma caverna e veem apenas sombras, as quais são tratadas como verdades absolutas. Sendo assim, a falta de conhecimento sobre preservativos, gratuitos ou não, e sobre a vida sexual é um dos fatores que levam a gravidez indesejada, principalmente por garotas jovens. Logo, medidas devem ser tomadas para a resolução desse assunto.
Ademais, é imprescindível abordar outro fator para que muitas mulheres realizam o aborto é a sua rotina de dupla jornada. Posto isso, a Revolução Industrial foi um dos fatores que as levaram para trabalhar fora de casa, assim dando-lhes uma jornada de trabalho fora e dentro de casa. Por conseguinte, quando uma mulher tem filhos e já trabalha, ela, muitas vezes, não quer outro filho por medo de perder o emprego e ficar sem sustento. Então, ações devem ser tomadas acerca disso.
Portanto, medidas devem ser tomadas para a resolução da problemática. Por isso, cabe aos cidadãos engajados na sociedade montar uma organização não governamental chamada “Uma por todas e todas por uma”, aprovada pelo Ministério Público. Essa ONG atuará junto às secretária de educação municipais do país, propondo palestras em instituições de educação e, em parceria com a mídia promover essa ação, além, de debates com especialistas. Por fim, espera-se que essas ações possam gerar um “viver bem” para as mulheres.