A questão do aborto no Brasil

Enviada em 01/05/2024

A interrupção da gravidez, também conhecida como aborto, é a retirada do embrião ou feto antes que chegue à suas 40 semanas de vida, ocasionando a sua morte. O aborto tem seus dois tipos, o espontâneo, que ocorre de forma natural e o induzido, que pode ser feito pela ingestão de remédios ou pela raspagem da parede uterina para a retirada do feto.

Entretanto, de acordo com o Artigo 3 dos Direitos Humanos, todas as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Logo o aborto tiraria todos esses direitos do feto, que também é um ser humano,

Porém, excluindo os casos em que a gravidez apresenta risco à gestante, foi ocasionada por estupro ou o feto é anencefálico (não desenvolve cérebro), no Brasil, de acordo com o Artigo 124 à 128 do Código Penal o aborto induzido é considerado crime e pode acarretar de um a três anos de prisão.

Além disso, o aborto clandestino pode ofertar riscos a gestante como hemorragias, infecções, perfuração de órgãos e pode levar até mesmo a morte dela.

Assim podemos concluir que além de ser uma prática ilegal, o aborto bota em risco não só o feto como também a gestante. Porém o aborto poderia ser evitado com a implementação de políticas públicas para o apoio de gestantes, gerando empregos, consultas médicas e psicológicas, moradias e etc, como também a educação sexual efetiva nas escolas que orientaria os jovens a como evitar gravidezes indesejadas com o uso de preservativos. A prática dessas sujestões pelo governo federal geraria uma sociedade nacional mais solidária, democrática e resolveria tal problema.