A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 11/01/2021

Segundo o filósofo e sociólogo Zygmunt Baumam, “não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas”. Entretanto, o analfabetismo digital só aumenta as crises mundiais. Conquanto, tal perrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática de desafios para o Brasil, o qual ocorre devido à escassez de democratização nos investimentos, como também às dificuldades na dominação da internet.

Primeiramente, é importante ressaltar a escassez de democratização  nos investimentos para combater o analfabetismo digital. Analogamente, um relatório apresentado pela BBC News Brasil, mostra que mais de 20% da população é considerada analfabeta digital, ou seja, valor que comprova a desigualdade social e tecnológica. Além disso, a sociedade contemporânea depende do acesso à redes de conexão para realizar a maioridade de tarefas desejadas e impostas no dia a dia. Ademais, o analfabestismo perdurará caso não haja maneiras de usufruir e desfrutar dessa ferramenta.

Indubitavelmente, é fundamental apontar as dificuldades na dominação da internet como impulsionador do analfabetismo digital. De tal forma, grande parte da população que vive no ciberespaço possui acesso a diversos meios digitais, mas, não utilizam de maneira eficaz. Portanto, essa conjuntura, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadões desfrutem de direitos universais, como a educação, infelizmente, é vidente no país.

Diante do exposto, medidas são necessárias para reverter esssa situação. É imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio de investimentos da tecnologia em escolas e regiões de baixa renda por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele, deve constar o liberamento de internet via satélite para regiões mais afetadas de desigualdades e cursos para promover a estrutura de desenvolvimento tecnológico enre professores e alunos. Com essa medida, espera-se que acabe as crises mundiais por analfetos digitais.