A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 08/01/2021

A educação para evoluir

“O homem toma os limites do seu próprio campo de visão como os limites do mundo”, o ideal de Shopenhauer aborda a falta de empatia racional. Afinal, pode retratar como o analfabetismo digital é silenciado pela população, para que não tenham que investir nessa área. É visível que a tecnologia está presente em todos os lugares, e que a falta de informação desse assunto pode levar a um retrocesso.

Primeiramente, observa-se que hoje a existência da inteligência artificial está presnte em serviços básicos. Dessa forma, a falta de entendimento traz um atraso social, visto que, principalmente os idosos precisam de ajuda de outros ou desistem da função. O mesmo aconteceu com o surgimento do EaD nas escolas em 2020, o G1 afirmou que 90% dos professores não tinham experiência nessa área, e cerca de 26% dos alunos desistiram da etapa, o que resulta em uma desigualdade muito maior.

E mesmo que essa ciência seja um dos motivos da união mundial, deve-se atentar para a forma de utilização. Dado que a globalização acontece, e nela milhares de informações, notícias e dados são transferidos em segundos. Assim, a falta de instrução tecnológica pode colocar em risco, e facilitar golpes ou utilização de dados alheios, já que hackers usa essa vulnerabilidade para agir.

Percebe-se, pois, a necessidade da discussão esse tema para que as informações digitais sejam democratizadas. Por esse motivo, é preciso investir no projeto “acesso digital”, por meio do Ministério da Cidadania em conjunto com da Educação, adicionar aos jovens 20h mensais de educação eletrônica com aulas práticas, e aos mais velhos disponibilizar profissionais em lugares públicos, como bancos, para auxiliá-los. Então, conseguir uma segurança e evolução da população brasileira.