A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 07/01/2021

Historicamente, a partir da metade do século XVIII, houve a revolução industrial que garantio grandes desenvolvimentos tecnológicos e culminou, posteriomente, para a chamada era digital. É notório, por um lado, que a chegada dessas inovações gerou grandes melhorias para o cotidiano das pessoas, como, por exemplo, uma comunicação rápida. Porém, é perceptível que uma parcela da sociedade brasileira está excluída dessas vantagens, e acabam por se tornar parte do mais novo analfabetismo digital.

É necessário pontuar, de início, que os avanços tecnológicos possibilitou vantagens, que antes eram impensáveis, como uma maior interação entre indivíduos por meio de redes sociais, aulas a distância através de plataformas digitais, uma busca mais facil por informações por meio de pesquisas simples em navegadores como o Chrome. Porém, uma grande parte da população brasileira não possui acesso a esses privilégios, devido a sua baixa reda econômica e ao elevado valor comercial para adquirir aparelhores eletrônicos e para que, só assim, desfrute do que deveria ser algo acessível a todos.

Outro fator preocupante é a falta de prática ou, até mesmo, conhecimento necessário para manipular despositivos digitais como smartphones. Assim, como no filme Hotel Transilvânia em que o Dracúla, personagem principal, ganha um celular e por falta de conhecimento não consegue usa-lo devidamente. De maneira análoga, assim como o Dracúla muitos cidadãos, principalmente da terceira idade, não possuem clareza de como tais aparelhos são usados.

Diante dos fatos mencionados, para combater o analfabetismo digital no Brasil, é preciso que o governo desenvolva parcerias com empresas fabricantes de dispositivos eletrônicos, isentando-os de altas taxas de impostos, para que diminuam o máximo possível os pressos de celulares, tablets e computadores, para que mais pessoas consigam se inserir nesse novo mundo tecnológico. Concomitantemente, a médio e longo prazo, o MEC deve implementar na grande currícular aulas de educação tecnológica e digital, bem como palestras instrutivas para aqueles que não estudam mais, com o objetivo de proporcionar uma aprendizagem correta, adquada, e responsável dos novos saberes. Outras medidas devem ser tomadas, mas como disse Oscar Wilder: “o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação”.