A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 11/01/2021
A revolução Técnico-Ciêntifica-Internacional entrou em vigor na segunda metade do século XX, havendo uma série de descoberta e evoluções no campo técnológico. Embora seja uma conquista, junto desse advento, entra em questão o analfabetismo digital no Brasil comtemporâneo frente a esse novo mundo. Dessa forma, em razão da legislação ineficiente e da falta de educação digital, emerge um problema complexo que precisa ser revertido.
Primeiramente, é preciso salientar que há um deficit de leis no que tange o mundo virtual. Nesse âmbito, cibercrimes ocorrem com frequência na sociedade brasileira, pois o ciberespaço é considerado terra de ninguém. Sob esse viés, a legislação não obteve transformação a medida que a técnologia ganhou espaço, segundo a revista “Superinteressante”, permitindo assim, danos à população, uma vez que ficam propensas a vírus e crimes cibernéticos. Diante disso, verifica-se uma falha em torno da legislação sobre a questão, o que contribui com o aumento de lesionados, tornando sua resolução mais dificultada.
Em segundo plano, outra causa para a configuração do problema é a falta de educação digital. De acordo com o filósofo Kant: " o ser humano é resultado da educação que teve". Sob essa lógica, se há um problema social, há como base uma lácuna educacional. Ademais, no que se refere à questão do analfabetismo digital no Brasil, desenrola-se uma forte influência dessa causa, já que a escola não tem cumprido o seu papel no sentido de reverter e previnir o problema, visto que alfabetizar crianças, jovens e adultos nessa área não consta na grade comum curricular do Ministério da Educação.
Portanto, uma intervenção faz-se necessária. Para isso é preciso que o Ministério da Educação, em parceria com as escolas, promovam aulas de alfabetismo das ciências técnológicas. Tais eventos podem ocorrer no contraturno, contando com a presença de técnicos na área e professores capacitados. Além disso, os ensinos devem ser abertos à comunidade, para que mais pessoas pessoas possam ser beneficiadas e estejam preparadas diante das inovações. Assim, a partir dessas informações, poderá se consolidar um Brasil melhor.