A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 11/01/2021
Segundo o pensamento de Claude Lévi-Strauss, a interpretação adequada do coletivo ocorre por meio do entendimento das bases que estruturaram a nossa sociedade, como os eventos históricos e as relações sociais. Esse panorama auxilia na análise da questão do analfabetismo digital no Brasil, haja vista que a comunidade, historicamente, não recebe auxilio suficiente educacional para democratizar completamente o acesso sobre esse assunto apesar do avanço gigantesco tecnológico, tornando-se , por isso, indispensável. Nessa perspectiva, convém avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
É importante pontuar, em primeiro plano, que não basta o acesso mas também saber usar a ferramenta. À vista disso, segundo o sociólogo polonês Zygmut Bauman, “informação em excesso não significa sabedoria”. De forma análoga, um segmento social usa de maneira incorreta o ambiente virtual, visto que muitos espalham de forma inconsequente notícias falsas por não saberem identificar uma veracidade da informação impulsionada. Logo, é evidente a necessidade do Ministério da Educação em democratizar a educação digital.
Cabe mencionar, em segundo plano, que a falta de discussão e negligência das escolas é um propulsor da problemática. Conforme, o líder político Mahatma Gandhi, as ações do presente definirá o futuro. De forma idêntica, ao observar a educação brasileira, é lamentável que a educação tecnológica não faz parte da grade curricular nacional, já que é tão indispensável observando que está presente crescentemente desde a infância até a dependência das tecnologias para os afazeres do cotidiano. Diante disso, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Evidencia-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que solucione esses obstáculos. Dessa forma, urge que o Ministério da Educação (MEC), órgão responsável pelas diretrizes educacionais no país, promova, com urgência, a distribuição de cartilhas físicos e virtuais sobre o uso das tecnologias e notícias falsas por meio de direcionamento de uma parcela da verba para esse objetivo a fim de que o maior número de pessoas sejam alcançadas. Além disso, cabe ao MEC implementar na base comum curricular a disciplina de educação tecnológica, para que os futuros adultos sejam alfabetizado digitalmente também. Assim, a educação no Brasil será mais completa e democrática.maior número de pessoas sejam alcançadas. Além disso, cabe ao MEC implementar na base comum curricular a disciplina de educação tecnológica, para que os adultos adultos sejam alfabetizado digitalmente também. Assim, a educação no Brasil será mais completa e democrática.