A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 12/01/2021
A Era da Informação, advinda da Terceira Revolução Industrial, é marcada pela ampliação do esbaço cibernético onde a comunicação é praticamente instantânea e o acesso à informação é obtido facilmente. Entretanto, muitos brasileiros, devido à desigualdade socil e econômica, não têm acesso aos recursos digitais e a falta de orientação no ambinete pedagógico sobre esses recursos não é tanto enfocado como deveria. Diante disso, faz-se mister medidas interventivas para conter tais entraves.
Em primeira análise, deve-se pontuar que, de acordo com o Índice de Gini, medida que classifica o grau de desigualdade no miundo, o Brasil está entre os 10 países mais desiguais. Nesse sentido, uma parcela da populção não possui familiariedade com ferramentas digitais. Com isso, aqueles que não apresentam condiçoes sociais e políticas encontram-se em dificuldades quando expostos a certas funcionalidades tecnológias.
Além disso, a falta de orientação educacional digital agrava ainda mais o entrave. Segundo Roger Chotier, grande historiador contemporrâneo, a escola deve funcionar de modo a ser um a ponte em que o poder público intervem na formação da sociedade, inclusive, no âmbito digital. Desta forma, a necessidade de metodologia aplicáveis ao contexto tecnológico não qualifica a pessoa se tornar alfabetizada digitalmente.
Diante do exposto, evidencia-se a necessidade de açoes interventivas para minimizar o analfabetismo em todo território brasileiro. Para isso, o governo deve atender cada região de acordo com suas particulariedades com o foco em controlar as taxas do Índice de Gini. Além do mais, o Ministério da Educação, órgão responsável pelos políticos nacionais educativas, deve introduzir na formação de alunos e estudantes matérias no quesito tecnologia, por meio de consensos entre Estado, escola e família. Feito isso, o Brasil podera gradativamente mudar o quadro em relação ao analfabetismo digital.