A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 13/01/2021
No premiado filme de 2019 “Parasita”, o diretor Bong Joon-Ho retrata as duas faces de uma moeda da familia Ki-Taek e Park, o que espõem uma sociedade de classes enormemente desigual. Fora da ficcão, é fato que a realidade encontra-se presente, uma vez que o analfabetismo digital é uma problemática recorrente. Destante, é fundamental analisar as razões que tornam essa desigualdade socioeconômica, de modo comparável a escassez de formação no âmbito educacional, uma constante no mundo contemporâneo.
Em primeiro lugar, é importante destacar que de acordo com o índice de Gini, medida que classifica o grau de desigualdade no país, o Brasil está entre as 10 nações mais desiguais do planeta terra. Nesse sentido, essa cruel disparidade faz com que infelizmente uma parcela da populaçao não tenha contato com o mundo cibernético, o que resulta em uma inclusão devido sua condição social.
Ademais, destaque-se que a falta de educação formadora nas redes de ensino envidenciam a persistência deste problema. Isso consoante ao pensamento do Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que voce pode usar para mudar o mundo”. Tal fato reflete, que ao passo que o ambiente escolar não altera-se a oferecer para os alunos ferramentas que possibilitam essa mudança socialmente, o analfabestismo continuará pairando sobre o país.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Assim, cabe ao governo o dever de investir em regiões menos favorecidas economicamente, para proporciornar condições igualitárias de acesso aos meios tecnológicos. Alem disso, urge que o Ministério de Eduçação e Cultura (MEC) introduza novos métodos eficazes, como campanhas, para promover a analfabetização da sociedade na tecnológia do país. Somente assim, será possivel combater a desigualdade vista no filme Parasita, e consequentemente uma chance de mudar o mundo através da educação dito por Nelson Mandela.