A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 13/01/2021

O empresário Steve Jobs, criador da Apple, afirmou que a tecnologia tem grande influência no mundo comtemporâneo. Não obstante, sob a óptica brasileira essa perspectiva nao se faz presente, uma vez que o analfabetismo digital tem se mostrando um questão recorrente no país. Em virtude disso, medidas interventivas sao necessárias para conter essa questão, a qual é agravada tanto pela dispariedade socioeconômica quanto pela falta de informação da população.

A priori, é necessário destacar o peso que a dispariedade socioeconômica tem sobre o analfabetismo digital. Diante disso, segundo o Índice de Gini - uma ferramenta que mede a desigualdade nos países - o Brasil está entre as 10 nações mais desiguais do mundo. Outrossim, essa questão agrava o problema em questão, uma vez que grande parte da população nao possui condições para comprar aparelhos tecnológicos e consequentemente nao conseguem se familiarizar com o mudo digital.

A posteriori, convém enfatizar a relação entre a falta de informação da população com o aumento do analfabetismo digital. Diante disso, o portal UOL divulgou que cerca de 70% das escolas brasileiras não possuem aulas de tecnologias. Isso faz com que grande parte da população permaneça totalmente desinformada em relaçao ao mundo tecnologico, assim como mostrado pelos dados divulgados pelo G1, que afirmam que 80% dos brasileiros conhcem menos da metade das ferramentas de um computador.

Evidenci-se, portanto, a necessidade de medidas para que o índice de analfabetismo digital diminua no Brasil. Desse modo, é necessário que o governo aumente o investimento em locais menos favoreciddos economicamente, com o intuito de que todos as regiões  tenham acesso aos mesmos equipamentos e à educacação igualitária. Além disso, é de extrema importância que o Ministério da Educação - orgão responsável pelas leis educacionais - crie novos métodos de ensino, por meio de  debates entre professores, alunos e estado com o intuito de que todos possam ser alfabetizados e informados sobre as novas tecnologias. Feito isso, o Brasil poderá, gradativamente, diminuir a desigualdade no país e mudar sua posição no Índice de Gini.