A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 15/01/2021

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa questão do analfabetismo digital no Brasil, dificultando, deste modo, a universialização desse direito social tão importante.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o analfabetismo digital. Nesse sentido, a primeira coisa a se fazer seria aumentar a segurança sobre o que se é dito e pra quem está sendo direcionado na internet. E não apenas isso, tranformar a linguagem na internet como algo acessível, para que seja algo em que todos os tipos de pessoas conseguissem entender e levar aquela notícia ou informação de uma forma mais rápida e fácil.

Ademais, é fundamental apontar que as pessoas não buscando de fato se algumas coisas que elas veem na internet é real ou não é um impulsionador do analfabetismo digital no Brasil. Diante de tal exposto, controlar o tipo de notícia vendo a todo momento se elas ou certos posts na internet são reais, diminuiria a desinformação sobre notícias falsas drasticamente. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o corpo social, por intermédio de estar disposto a fazer sacríficios a fim de que o meio da internet se torne algo mais confiável e com segurança para todos. Assim, se consolidará uma sociedade mais preparada, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.