A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 16/01/2021

No filme “A menina que roubava livros”, é retratada a 2º guerra mundial, na qual os livros estavam sendo queimados e o acesso as informações restrita. Infelizmente uma narrativa, não destoa da realidade brasileira, na qual, não apenas, mas principalmente, os jovens pela sociedade situando-se cada vez mais avançada e cada dia mais dependente da tecnologia. Com a necessidade crescente da utilização da internet a educação digital deve ter mais êxito.

Em primeira análise, segundo o sociólogo Émile Durkheim: “Um ambiente em crise rompe a harmonia social visto que um sistema corrompido não favorece o progresso coletivo”, afinal com baixo acesso às ferramentas digitais que levam ao analfabetismo, uma facilidade de rastreamento nos faz pensar como agimos nas redes sociais.

Em síntese, o IPEP (Instituto de pesquisa econômica aplicada) 2019-67% da população (acima de dez anos) possui acesso à internet. No entanto, o acesso à rede permite o conhecimento e a troca em um espaço de cybercultura. Nesse contexto, saber usar de forma correta deve ser prioridade, pois muitos indivíduos são facilmente manipulados para informações falsas.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, o Ministério da Educação deve ampliar as ofertas de funcionários no âmbito escolar, que tratem de questões relacionadas à computação, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar que, ampliando a demanda de servidores consequentemente as dificuldades digitais vai diminuir. Espera-se, com essa medida que, a questão do analfabetismo digital sejam freadas no Brasil.