A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 03/03/2021

A Terceira Revolução Industrial, também conhecida como Revolução Técnico-Científica-Informacional, iniciada em meados do século XX, logo após a Segunda Guerra Mundial, foi marcada por ceder um avanço tecnológico que desencadeou mudanças em diversos campos do conhecimento como robótica, informática e telecomunicações. Tais áreas assumiram posições de destaque e até hoje possibilitam novas formas de interação com o conhecimento. Todavia, alguns cidadãos são privados de usufruir adequadamente esses artifícios, uma vez que por conta da significativa negligência em relação à educação correta sobre o meio digital às crianças por uma parte expressiva da nação e do Estado, o impasse inerente ao analfabetismo digital tornou-se preocupante no Brasil, problema que acarreta e agrava o atraso no desenvolvimento socioeconômico do país.

Primordialmente, é importante destacar que, por se tratar de uma ferramenta consideravelmente recente, uma parte expressiva dos pais brasileiros não tem preparação adequada para ensinar seus filhos a utilizar o meio digital. Segundo Kant, “o homem é o que a educação faz dele”. Nesse sentido, levando em consideração o fato de que o núcleo familiar, o meio digital e internet têm importante contribuição na educação e na formação dos indivíduos, a instrução correta sobre a importância da completa compreensão acerca das ferramentas hoje utilizadas, tornou-se indispensável para o desenvolvimento social, dado que o meio digital não deve ser visto apenas como entretenimento, mas como um pilar para a construção do saber e, consequentemente para a formação do homem.

Por conseguinte, o avanço social, intelectual e econômico do país é colocado em risco. Conforme o empresario Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”. Tendo isso em vista, infere-se que os meios tecnológicos impulsionam a sociedade, removem-na de um estado inercial sobre os âmbitos supracitados e apenas enfatiza o fato de que a educação digital é essencial, visto que a maioria das esferas sociais, econômicas e intelectuais como a vida profissional e estudantil vêm, cada vez mais, impondo condições e exigindo indivíduos atualizados e sensatos.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, é dever do Ministério da Educação e da mídia criar, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nas redes sociais que ensinem os cidadãos brasileiros a utilizar os meios digitais de forma mais produtiva e consciente, e a alfabetizar digitalmente seus filhos, de forma didática, sugestiva e impactante, salientando os prejuízos que a falta de educação digital pode acarretar na sociedade, a fim de amenizar os danos causados pela ocorrência expressiva de formação de analfabetos funcionais no Brasil. Dessa forma, a questão será gradativamente minimizada no país.

Primordialmente é importante destacar que, por se tratar de uma ferramenta consideravelmente recente, uma parte expressiva dos pais brasileiros não tem preparação adequada para ensinar seus filhos a utilizar o meio digital como um utensílio que não possibilita apenas o entretenimento, mas também propicia o desenvolvimento pessoal de forma geral e que é preciso ser alguém ‘‘digitalmente alfabetizado’’. Segundo Kant,