A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 27/01/2021
Thomas More, por meio do livro “Utopia”, narra vivências de uma ilha fictícia onde não havia qualquer tipo de problema e beirava a perfeição. Hodiernamente, o Brasil mostra-se distante da idealização de More, principalmente quanto a questão do analfabetismo digital vigente. Destarte, cabe analisar tanto a falta de informação, quanto o alto valor financeiro como fatores que corroboram para um panorama fatídico.
A princípio, é imprescindível destacar a carência de informes educativos sobre o uso de tecnologias. Essa ideia faz analogia ao pensamento de Immanuel Kant, o qual afirma “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Portanto, pode-se trazer á luz ao pensamento crítico de que para a ultilização efetiva de um aparelho eletrônico é necessário se conscientizar sobre a forma de uso, sendo a ausência cognitiva um empecilho.
Outrossim, vale salientar o caráter capitalista do mundo digital devido á incapacidade de classes mais pobres adiquirirem um produto. Consoante, Karl Marx discursa a cerca da prorização do lucro em detrimento do bem estar social no meio capitalista. Todavia, logo se verica que com o intuito de aumentar os ganhos financeiros, empresas passam a tornar seu produto como um luxo que nem todos podem arcar.
Urge, portanto, necessidade de mudança desse cenário nefasto. Para atingir a plenitude nesse âmbito, cabe ao Ministério da tecnologia, com o auxilío do Ministério da Educação, criar cursos de carga horaria pequena mas que possam ensinar a quem precisa sobre como ultilizar certas tecnologias, conscientizando a população e trazendo mais usuários para o meio digital. Ademais, cabe a empresas privadas, por meio de projetos sociais, doarem celulares e outras tecnologias usados porém conservados para a população carente, com o intuito de oferecer formas de facilitar e ampliar o uso de tecnologia a um povo até então marginalizado.