A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 13/02/2021
A 3° Revolução Industrial trouxe a tecnologia como ideia principal, com isso, países desenvolvidos que possuem boas estruturas para centros de tecnopolos continuam se desenvolvendo, se evoluindo em pesquisas. Por outro lado, países subdesenvolvidos automaticamente continuam no mesmo estado. Contudo, indubitavelmente a questão do analfabestismo digital ainda é um problema, ademais o Brasil não possui tecnopolos além das universidades, onde muitas vezes as mesmas não recebem verbas o suficiente.
Além disso, convém enfatizar que 46 milhões de pessoas brasileiras não tem acesso a internet, com isso percebe-se o grande número de indivíduos que são analfabetos digitais. Isso se dá pela ininterruptamente enorme desigualdade social no país, a qual só aumenta cada dia mais, todavia na pandemia e com o ensino EAD, essa desarmonia ficou mais evidente, tornando em escolas públicas o ensino a distância quase impossível. Outrossim, esse empecilho não prejudica só na comunicação entre a sociedade, mas também para se empregar, pois normalmente a empresa pede mão de obra qualificada, buscando esses trabalhadores para pesquisarem novas tecnologias e a ajudar a crescer no mercado, o qual deixa a desejar no Brasil pela falta de tecnopolos.
Cabe destacar, ainda, que o Brasil é um país subdesenvolvido pela falta de industrialização tecnológica, pois a maior parte das fábricas existentes são de outros países, não sendo ligado diretamente com a ecônomia além dos trabalhos fornecidos para a população. Entretando, algumas faculdades como USP e Unicamp são pontos de pesquisas, porém não é o suficente, sendo que não recebe verba o bastante para realizar as análises de novos produtos. Com isso, o país não consegue grande destaque referente a outros, e todo esse processo se torna um ciclo, onde não há verba não há tecnologia, e onde não há tecnologia não tem notoriedade, sendo assim, o analfabetismo digital só aumenta em consequência das pessoas que não tem condições de possuirem internet.
Depreende-se, dessa forma, a urgência de ações interventivas com o fito de amenizar a questão. Para isso o Ministério da educação deve, por meio das escolas, homogeneizar a educação e promover cursos educacionais sobre tecnologia. Nesse sentido, o intuito de tal ação é qualificar os estudantes - para um mercado de trabalho - e também ensinar mais sobre o novo sistema, e consequentemente acabando com o analfabetismo digital. Feito isso, o Brasil teria mais notoriedade na 3° Revolução Industrial, se tornando potência.