A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 06/03/2021

O século XIX é marcado pela incerção dos dispositivos digitais no cotidiano dos brasileiros. Porém, por conta do alto valor de mercado uma grande parcela da população brasileira não tem acesso a tais produtos. Fazendo com que os mesmos, popularmente conhecidos como analfabetos digitais, fiquem de fora oportunidades que poderiam ser proporcionadas com o uso de tais dispositivos.

De primeira cabe destacar que apesar de o Brasil ser considerado uma potência econômica em ascensão, o índice de Gini, programa que mede a concentração de renda do país, estabelece um alto nível de disparidade na distribuição de renda do Brasil. Por conta da grande desigualdade, muitos brasileiros que recebem apenas um salário mínimo, que na maioria serve de sustento de  uma família inteira, não podem obter produtos que irão proporcionar a sua incersão no meio digital.

Assim, muitos estudantes de nível infantil á superior são privados de oportunidades que poderiam ser viáveis com o acesso a tais serviços digitais, como pesquisas e aulas a distância, que foram extremamente necessárias durante o período de pandemia de COVID-19 vivenciado no Brasil e no mundo. Tornando a educação, que já é um fator influênciado pela condição econômica, ainda mais desigual entre os jovens brasileiros.

Em função da exclusão de analfabetos digitais é necessário que o poder lesgislativo e executivo aprovem a lei, já elaborada pela Deputada Federal do estado de São Paulo Tábata Ameida, que garante acesso a internet em todas as escolas brasileiras, tornando assim o mais democrático o acesso a informação e oportunidades. Cumpre também ao ministério da educação, em conjunto as secretarias de educação estaduais e minicipais, a disponibilização de recurso para que as escolas tenham em suas bibliotecas dispositivos de pesquisa que possam ser usados por seus estudantes para fins educativos.