A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 07/03/2021
A Terceira Revolução Industrial apresentou um grande avanço tecnológico para o mundo. Contudo, na situação atual, parte da população brasileira não conseguiu acompanhar essa evolução, uma vez que o analfabetismo digital é algo presente na sociedade. Dessa forma, a falta de controle eletrônico é dada tanto pela ineficiência das instituições escolares quanto pela falta de interesse comecial em ampliar seu público alvo.
Sob esse contexto, as instituições de ensino brasileiras são, em sua maioria, ineficientes na questão da alfabetização digital. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, um dos deveres das escolas é formar para o mercado de trabalho e para a realização de atividades sociais. No entanto, há um descumprimento da Legislação, uma vez que o Brasil ainda não é um país fornecedor de uma totalidade populacional apta para a tecnologia. Isso vai de encontro com a sua função de educar os alunos com habilidades necessitadas fora do sistema escolar- como um agendamento “on-line” muito utilizado em escritórios-. Sendo assim, esses indivíduos estão em uma posição desfavorável na comunidade, uma vez que aqules digitalmente educados contam com facilidades nesses aspectos cobrados pelos empregadores.
Ademais, falta interesse comercial em ampliar o público-alvo de suas vendas, o qual- geralmente- é composto por crianças e jovens adultos, e isso faz com que os outros grupos sejam digitalmente excluídos. Sob a ótica teórica do empresário norte americano Bill Gates, a tecnologia tem o poder de mover o mundo. No mesmo âmbito, um desses movimentos é realizado pelo avanço no aspecto educativo que é dado pela maneira rápida e prática, a qual as pesquisas são realizadas e conteúdos são desenvolvidos. Nesse aspecto, é necessário ter uma habilidade tecnológica para utilizar essas plataformas educacionais e, para isso, os brasileiros precisam ser alfabetizados digitalmente com o intuito de promover um maior desenvolvimento educativo.
Portanto, fica claro que a questão do analfabetismo digital ainda é um problema para o Brasil. Sob essa perspectiva, cabe ao Ministério da Educação- órgão responsável por regulamentar o processo educativo das instituições brasileiras- cumprir sua função, imposta por Lei, em formar os jovens para atividades extraescolares. Isso de modo que seja incluso na grade-horária aulas de informática para de promover uma equidade nos currículos dos brasileiros. Além disso, cabe ao Estado- como responsável por todos os cidadãos residentes sem país- fornecer capital para empresas tecnológicas distribuírem aparelhos eletrônicos nas escolas. Dessa forma, isso ocorrerá de modo que ao empresas cobrariam um preço reduzido para educar os brasileiros de renda baixa- após comprovação dessa.