A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 30/03/2021
No passar da evolução tecnológica, o acesso a internet trouxe o acesso a uma rede rica de informações e possibilidades. Entretanto, essa ferramenta inovadora, não é aproveitada de forma correta, em visto que a dificuldade ligada ao analfabetismo digital ainda encontra-se existente no Brasil. Diante disso, torna-se claro que tanto a falta de ensinamentos no ambiente escolar quanto as desigualdades socioeconômicas são fatores que colaboram para a permanência do problema relatado. Em primeiro plano, cabe discutir o impacto da falta de escolaridade como fator impulsionador do analfabetismo digital. A educação na teoria, deveria ser como um investimento com retorno garantido. Contudo, no Brasil algumas instituições de ensino não podem fornecer aos alunos a ajuda necessária para dominar as ferramentas técnicas de hoje. Dessa forma, cursos voltados para o aprendizado dessas inovações amenizam o analfabetismo digital, que é fundamental para o desenvolvimento tecnológico do país.
Além disso, a desigualdade social e econômica está intimamente relacionada à exclusão digital sofrida por muitos brasileiros, portanto, essa barreira aprovava o analfabetismo digital. Nessa perspectiva, considerando que idosos e indivíduos das camadas mais pobres da sociedade enfrentam a falta de equipamentos eletrônicos e os obstáculos para a mudança de hábitos, verifica-se que algumas pessoas enfrentam as dificuldades do analfabetismo digital. Portanto, devido à falta de inclusão dos idosos e cidadãos economicamente capazes no processo de aprendizagem digital, o governo deve tomar medidas imediatas para amenizar essas disputas.
Em suma, medidas devem ser tomadas para minimizar os problemas relacionadas ao analfabetismo digital.Portanto, é urgente que o Ministério da Educação (responsável pela área de ensino do país), aplique planos de ensino digital nas escolas por meio de reuniões institucionais, com o objetivo de formar os alunos e prepará-los para a atual era tecnológica.Além disso, o Estado (responsável pelas questões relacionadas ao bem-estar dos cidadãos), deve oferecer palestras gratuitas por meio de credores públicos com equipamentos técnicos e profissionais para poder utilizar todos esses meios. Por fim, será possível reconhecer as diferenças no analfabetismo digital e, assim, fazer da Internet um lugar proveitoso para a população brasileira.