A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 31/03/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à tecnologia e ao bem-estar social. Conquanto, o analfabetismo digital impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeiro plano, é lícito postular a ausência de medidas governamentais para combater o analfabetismo digital. Sob o panorama do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades. Desde a terceira revolução industrial, os avanços tecnológicos aumentaram de maneira considerável, no entanto nem todos os cidadãos tem a capacitação necessária para fazer uso destes meios. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Outrossim, é crucial explorar o efeito do Ministério da Educação como outro agente influenciador do revés. De acordo com o inventor e fundador da Apple, Steve Jobs " A tecnologia move o mundo" . Diante desse pressuposto, percebe-se que o analfabetismo digital prejudica os indíviduos, pois sem o uso da tecnologia, a comunicação e o acesso às notícias ocorre de forma lenta , podendo assim, não chegar a todos de maneira igualitária. Destarte, tudo isso retrata a resolução do empecilho, já que o Ministério da Educação contribui para a perpetuação desse cenário caótico.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar o alfabetismo digital no Brasil, necessita-se,urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Educação, será revestido na compra de computadores para escolas públicas e horas extras na grade curricular, através de aulas de computação. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo do analfabetismo digital no Brasil, e a coletividade alcançará a integridade social.