A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 13/04/2021

Em 1945 com o fim da revolução industrial, o mundo veio a crescer amplamente em questão de tecnologia, tal essa que se desenvolve a cada ano consecutivo. Na questão dos dias atuais, é perceptível que o avanço da população em grandes partes não acompanha o avanço da tecnologia, seja por falta de acesso pela realidade social, tanto por acreditar que tudo que está presente na ‘internet’ é verídico. Pode-se resumir essas questões em duas palavras: analfabetismo digital.

Em primeiro ponto, as diferenças dos privilégios das classes sociais no Brasil são perceptíveis, e se mostraram ainda mais nítidas com a chegada da pandemia, na qual milhares de brasileiros ficaram sem estudar,  pois, não possuíam computadores em casa para acompanhar o ensino à distância. Problema esse que constata-se mais vigente na porção da população de baixa renda, pela falta de tecnologia nas escolas e nas próprias casas.

Outro fator que pode ser citado dessa vez pela perspectiva de quem tem condições de usufruir da tecnologia, é a ilusão de se acreditar em tudo que aparece na ‘internet’. Com o amplo avanço que a tecnologia enfrentou, teve como consequência a facilidade da comunicação, que por muitas vezes se usada de modo errôneo pode ser bastante problemático, como a divulgação de informações falsas que chegam a grande variedade de pessoas, o que se vê amplamente presente atualmente.

Assim sendo, para combater essas dificuldades que geram o analfabetismo digital, é de suma importância e de responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC), que democratizem o acesso à tecnologia, inserindo computadores em todas as escolas, os quais os alunos poderão usar tanto em casa quanto no ambiente escolar, como também instruir a população dos perigos das “fake news”. Desse modo incluindo toda população no meio tecnológico, e formando pessoas mais capacitadas de usar este meio.