A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 13/04/2021

O analfabetismo divide-se em duas vertentes: o analfabetismo absoluto e o analfabetismo funcional. No primeiro caso, a pessoa não teve nenhum ou pouco acesso à educação. No segundo caso, a pessoa é capaz de identificar letras e números, mas não consegue interpretar textos e realizar operações matemáticas mais complexas. As duas formas de analfabetismo comprometem o desenvolvimento pessoal e social do indivíduo.

Em análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de conhecimento do uso da internet. Nesse sentido, é evidente que o direito a inclusão digital está sendo violando, em um mundo tão globalizado, pessoas estão sendo praticamente isoladas do resto da população com mais conhecimento no acesso a internet, aumentando a segregação social até mesmo nos meios digitais.

Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratuálista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de seu direito a inclusão digital, o que infelizmente é evidente no país.

Portanto, para combater esse obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Infraestrutura, por intermédio de parcerias público-privada, construa antenas e instale pontos de Wifi em regiões carentes por todo o Brasil, afim de baratear a internet e também ofereça uma instrução de como usar a internet, a fim de inserir essas pessoas na sociedade virtual de um país cada vez mais conectado.

Em análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de conhecimento do uso da internet. Nesse sentido, é evidente que o direito a inclusão digital está sendo violando, em um mundo tão globalizado, pessoas estão sendo praticamente isoladas do resto da população com mais conhecimento no acesso a internet, aumentando a segregação social até mesmo nos meios digitais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratuálista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de seu direito a inclusão digital, o que infelizmente é evidente no país.

Portanto, para combater esse obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Infraestrutura, por intermédio de parcerias público-privada, construa antenas e instale pontos de Wifi em regiões carentes por todo o Brasil, afim de baratear a internet e também ofereça uma instrução de como usar a internet, a fim de inserir essas pessoas na sociedade virtual de um país cada vez mais conectado.