A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 19/06/2021
Para a poetiza Clarice Linspector, “não basta existir, é preciso pertencer”. A máxima da autora demonstra que em qualquer área da vida deve-se buscar a inclusão de todos,no entanto isso não ocorre no mundo digital, no qual existem inúmeros analfabetos digitais.Isso se deve principalmente por conta de falta de educação e provoca muitos males a esses desconhecedores virtuais no cenário hodierno.Logo, é imperioso que esse imbróglio em questão seja transformado.
Precipuamente,a ausência de instruções educacionais é um elemento agravante à “formação” de analfabetos.Similar ao filósofo grego, Epíclito, somente a educação liberta. Sob tal ótica,percebe-se ser mister para o ser humano se libertar de uma condição maléfica como a incapacidade de lidar com tecnologias o processo de educar-se, entretanto, conforme o jornal o Globo, 86% dos chamados analfabetos digitais não tiveram acesso a essas informações, demonstrando, assim, o quão prejudicial é o defícit educacional à população brasileira na web.
Outrossim, urge que se atente aos perigos que deficientes digitais possam sofrer por conta de sua condição.Análogo as ideias do sociológo Pierre Lévy ,“toda tecnologia cria seus excluídos”. Nessa conjuntura, os excluídos ficam a mercê de outras pessoas e podem sofrer diversas ações, como terem dados pessoais clonados, dividas de créditos monetários e a injustiça é um elemento a ser veentemente combatido no mundo. Dessarte, infere-se que analfabetos digitais podem padecer de muitas ações ilegais.
Depreende-se, portanto, que é imperioso reverter o cenário vigente no qual existem milhares de indivíduos que não sabem lidar com a tecnologia nupérrima, por conta do quão perigoso isso pode ser a eles. Como medida, o Ministério da Educação deve promover palestras educacionais, atráves da mídia televisiva, que é de fácil acesso a todos, para que possam ensinar o público menos instruído acerca dos aparelhos da modernidade, com o intuito de prevenir possíveis consequências futuras.Dessa forma, espera-se que todos os habitantes do país pertençam e existam ao mesmo tempo, tal qual Clarice Linspector acredia