A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 21/06/2021
Foi dito pelo criador da empresa Apple, Steve Jobs, que “A tecnologia move o mundo”. A partir do exposto, pode-se afirmar que os avanços digitais possibilitaram a ascensão em diversas áreas, como a medicina, meios industriais e a internet. Entretanto, os avanços trouxeram conjuntamente a problemática da atual dificuldade de manuseio dos veículos digitais no Brasil, proporcionando vulnerabilidade ao usuário. Esse problema é gerado essencialmente pela falta de acesso à tecnologia de forma democrática e os constantes avanços tecnológicos.
Em primeiro plano, as desigualdades no Brasil são apresentadas em diversos formatos, e escancaradas considerando dados do IBGE de que 40 milhões de pessoas não possuem acesso à internet no país. A ausência de conexão, consequentemente, gera maior número de indivíduos inexperientes, que confiam em informações propagadas muitas vezes não sendo verídicas. Segundo Durkheim “O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende”, enfatizando o problema da ignorância.
Outrossim, as evoluções constantes da tecnologia dificultam que grupos de diferentes gerações se adequem. Sendo assim, como exemplo, segundo pesquisa realizada pela BrainBoxol, a maior parte da geração dos baby boomers utiliza apenas o essencial da tecnologia, como celulares para comunicação, o que limita o contato com outras formas de eletrônicos.
Tendo em vista os argumentos supracitados, infere-se a necessidade de mudanças que visem a democracia e atendam às necessidades de diferentes grupos para combater a questão do analfabetismo digital no terriotório brasileiro. É imprescindível que haja o maior desenvolvimento do número de pessoas com acesso à informação para a utilização de aparelhos e acerca da realidade, através de palestras propostas por assistência governamental, as quais devem ensinar como utilizar as tecnologias e seus benefícios.