A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 29/06/2021

A Segunda Guerra Mundial apresentou inúmeros avanços tecnológicos, dentre eles o computador, a internet e o GPS, Sistema de Posicionamento Global. Tais adventos foram aprimorados ao longo das décadas até a contemporaneidade, que apesar de bastante difundidos, não atingem todas as parcelas populacionais. Nese viés, urge discutir a respeito analfabetismo digital no Brasil, em especial, suas causalidades vínculadas às disparidaridades etárias e seus impactos socioeconômicos.

Em primeira análise, é possível observar que dentre os idosos há um grande número de indivíduos com baixa desenvoltura tecnológica. Em consonância à afirmação, percebe-se no filme “Um Senhor Estagiário” um homem com cerca de 70 anos, que ao ser empregado em um local moderno, possui dificuldade de adequação ao sistema digital. Assim, devido à atualidade dos equipamentos em constraste ao costume dos idosos, estes são prejudicados com o pouco conhecimento que possuem e excluidos do aprendizado dos mecanismos eletrônicos existentes.

Em segunda análise, afirma-se que um grande contingente de analfabetos digitais é uma ameaça ao desenvolvimento econômico e social. Essa perpectiva é dada por Steve Jobs e sintezida por sua frase “A tecnologia move o mundo”. Logo, os excluídos desse sistema tecnológico possuem pejuízos profissionais e comunitários, uma vez que o não acompanhamento da modernidade tona-os preteridos em quesitos comercias e no convívio na sociedade.

Diante dos argumentos supracitados, medidas devem ser tomadas para solucionar gradativamente a situação. Portanto, o Ministério do Trabalho, órgão máximo na regulamentação trabalhista no país, deverá intervir e capacitar toda a população à modernidade. Isso poderá ser feito por meio de palestras gratuitas mensais após horário comercial que inclua todas camadas sociais e faixas etárias, a fim da obtenção de profissionais capacitados em quesitos tecnológicos e fim da exclusão. Dessa forma, espera-se atenuar os impactos do analfabetismo digital no Brasil.