A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 08/09/2021

O ser humano sempre está buscando meios alternativos para conduzir uma vivência mais simplificada, isto é, maneiras de fácil acesso. Relativo a isso, em 1969, deu-se a criação da internet que, logo mais, viria a se expandir no mundo. No entanto, a humanidade não estava preparada para tamanha expansão digital com a proporção do desenvolvimento de aparelhos eletrônicos. Nessa ótica, no hordieno, ainda é visível o manuseio despreparado diante desse mundo digital. Por essa razão, a falta de educação digital e a negligência governamental perpetua ainda mais para o analfabetismo digital no Brasil.

Em primeira análise, sem uma educação ampliada sobre o assunto torna-se, infezlimente,  mais difícil obter um progresso. Desse modo, o fato de está com o aparelho nas mãos, tendo perto de si todos os noticiários e acessos possíveis, faz o indivíduo pensar que está tendo controle sobre seu uso digital, mas na verdade é uma falsa sensação de autonomia tecnológica. Em relação a isso, o patrono educacional, Paulo freire, afirma em suas concepções que a educação é a base para elucidar a maneira de pensar da sociedade, ou seja, é importante um preparo adequado para lidar de forma consciente no que está enserido em seu meio. Nesse contexto, a educação digital não deve ser vista como algo insignificante, pois é a partir do conhecimento que as informações são filtratas e assim evitadas a uma propagação equivocada de notícias falsas.

Ademais, a negligência administrativa superior, lamentavelmente, é nítida, porque sem investimentos eficientes que visem a melhoria nos aspectos sociais retarda um avanço significativo. Diante disso, a Constituição Federal brasileira garante a população projetos e leis que salietam uma dedicação promissora no que diz respeito a educação, lazer e proteção do cidadão para que se forme uma cidadania organizada em suas ideologias verbais e comportamentais. Entretanto, ainda não é legível essa visão no direcionamento de planos que possam instruir a sociedade a desfrutar corretamente dos meios tecnológicos, abordando não somente o uso para o lazer, como também, a contruibuição para a economia.

Por fim, é essencial uma boa proposta para amenizar a problemática do assunto discutido. Sendo assim, o governo, na pessoa do Ministério da Educação deve articular medidas competentes para ampliar o tema de forma clara e objetiva, por meio de projetos que encaminhem, especialmente, para as escolas- lugar de maior aderência ao ensino-  com o objetivo de ensinar o infantojuvenil a influência positiva e nociva do mundo virtual, conduzidos por profissionais da área, a fim de formar uma mentalidade, desde já, responsável ao uso de aparelhos eletrônicos. Assim, formará indivíduos capazes de distiguir a verdade de relatos falsos, fazendo jus ao que acreditava Paulo Freire.