A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 20/09/2021
A Constituição Federal de 1988, garante a todos os indivíduos o pleno direito as diversas formas educacionais. No entanto, tal dever é negligenciado ao passo que o analfabetismo digital no Brasil está disseminado em grande parte da população. Nese prisma, detacam-se dois aspectos importantes: a ausência de educação formal sobre o manuseio virtual e os problemas advindos da má instrução no âmbito tecnológico.
Mormente, é notório o défice de atenção governamental para o meio digital, aspecto intrínseco na formação da sociedade hodierna. Desse modo, segundo o filósofo Socrátes, a ignorância é a base de sustentação das falhas humanas. Sendo assim, a inadequação dos usuários ao meio tecnológico, advém, infelizmente, da má educação digital que reflete no uso errôneo de equipamentos essenciais à vida contemporânea.
Sob esse viés, é imperioso destacar que indivíduos são acometidas por sí próprios, devido a incompreensão de suas ações em meio virtual. Desse modo, a sociedade contemporânea funciona analogamente ao emaranhamento quântico, fenômeno físico que interliga partículas, de modo que qualquer alteração em um impacta os demais. Sendo assim, o ineficiente uso dos aparelhos eletrônicos é um problema que impacta a dinâmica social, e, consequentemente, o desenvolvimento de toda sociedade brasileira.
Depreeende-se, portanto, a necessidade de medidas que venham mitigar o analfabetismo digital no Brasil. Por conseguinte, cabe ao Governo Federal e ao Ministério da Educação, incluir a informática como matéria obrigatória nas escolas e cursos superiores, por meio de fontes democráticas de ensino a fim de que as pessoas possam ser capazes de lidar com diversos fatores no imenso mundo tecnológico. Somente assim, direitos outrora estabelecidos, hão de tornar-se real na sociedade cada vez mais digitallizada.