A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 26/11/2021

Nas primeiras constituições brasileiras, os analfabetos não tinham direito ao voto, além do voto ser censitário. No entanto, atualmente, nota-se que não só o analfabeto tradicional sofre represárias, mas também o funcional e o digital. Por mais que a globalização tenha trazido avanço, principalmente na tecnologia, ela traz consequências negativas, como a destribuição desigual de renda e o analfabetismo digital.

Primeiramente, é possível perceber que os avanços que a globalização trouxe permitiram que as pessoas comuns pudessem ascender socialmente, quase proporcionando uma igualdade entre os proprietários. Hoje, a maioria das coisas podem ser resolvidas por meio de um clique: um joven pode suscitar por fazer um vestibular online, uma família se reúne por chamada de vídeo, etc.

Entretanto, a globalização não é para todos. Ela não promove igualdade: enquanto que uns fazem chamadas de vídeo e vestibular online, outros não têm acesso ao básico para sobreviver. Nesse sentido, ocorre, também, o analfabetismo digital, pois nem todos possuem as novas tecnologias, e, por não usarem esses instrumentos, sofrem com a desigualdade de renda, já que a maioria das vagas de emprego requerem tal manuseio.

Portanto, percebe-se que, atualmente, os avanços tecnológicos trouxeram mais possibilidades de ascenção, mas acarretaram em desigualdades socias, como o analfabetismo digital. Logo, é necessário que as mídias digitais propagem, através de redes sociais, ideias de igualdade para com os que não possuem conhecimento digital, para que, assim, haja a concientização das demais pessoas.