A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 23/05/2022
Com o advento da Revolução-Tecnocientífica, o mundo torno-se comumentemente digital, apesar dessa crescente, o analfabetismo digital é uma tensa realidade no Brasil, sobretudo, pela ineficiência estatal em conter esse estorvo e a desigualdade social que contribui para tal problemática.
A priori, urge ressaltar a displicência do Governo em combater esse imbróglio. Conforme a pesquisa realizada pela CETIC, cerca de 72% dos brasileiros desconectados da internet são analfabetos digitais. Esse dado reforça a precariedade de políticas públicas de combate a esse entrave, haja vista que, a falta de orientação sobre a temática tornam esses usuários propensos a cibercrimes, uma vez que, a fragilidade do intaernauta é a limiar para criminosos digitais, que sem a supervisão eficaz do Estado abusam dos consumidores mais vulneravéis.
Outrossim, é fundamental enfatizar a discrepância social. Para o físico teórico Albert Einstein, a tecnologia excedeu a humanidade, entretanto, para uma parcela da sociedade que vive em segregação digital, o processo desse excedente não é contemplado, tendo em vista que, pelo difícil acesso aos meios tecnológiocos a aprendizagem do indivíduo é reprimido, ampliando a leigalidade computacional da massa.
Infere-se, portanto, que o Governo Federal - já que a temática inclui esse setor - proporcione a populção mais inclusão digital, por meio de uma sinergia com Ministério de Infraestrutura e as esferas sociais (elaborando espaços públicos com acesso a internet e computadores, além de instruir os leigos em tecnológia, propondo discussões sobre o tópico em canais de televião). Tal proposta tem o fito de conter o analfabetismo digital. Somente assim, a sociedade por total desfrutar das benesses atrelada a Revolução - Tecnocitífica e os execedentes tecnológicos expostos por Albert Einstein.