A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 26/05/2022
Com a célebre poesia de Carlos Drummond de Andrade “No meio do caminho” é possível estabelecer uma analogia com a sociedade atual, sendo a pedra a questão do analfabetismo digital no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: A falta de informações gerais e introdutórios para a introdução da população nos meios digitais e a estagnação estatal na busca de soluções e meios para provocar uma erradicação da problemática. Visa-se, então, que medidas precisam ser tomadas.
Em primeiro plano, evidencia-se a falta de ideais e noções básicas do corpo social sobre a utilização básica de aparelhos eletrônicos, principalmente em regiões de menor grau de escolaridade e índice de educação, tornando a sociedade atual contraditória em comparação a memóravel frase do patrono da educação brasileira Paulo Freire “A educação muda as pessoas, as pessoas mudam o mundo”. Dessa forma, as informações não chegarem aos brasileiros torna visível que a educação não é uma prioridade governamental atual.
Outrossim, é notório a falha da máquina estatal na busca de meios de impedir o baixo nível de intendimento tecnologico na sociedade, os programas sociais e campanhas educativas feitas pelo governo, além de pouco numerosas, não exercem com êxito suas funções tornando o Estado brasileiro próximo a obra do sociologo Zigmunt Bauman “Instituições Zumbis” que mostra o Estado tendo os aparatos e meios para resolver a problemáticas, mas, por conta da imperfeição da máquina pública o imbróglio não é resolvido. Consoante a tal cenário, a sociedade Tupiniquim distância-se de uma comparação a obra do iluminista John Locke “Contrato Social” que prevê o Estado garantindo diversos benefícios a população, como por exemplo a educação, o contrário da realidade brasileiro, que não tem em seu discurso uma busca pela solução dessa temática.
Dado os elementos supracitados, Urge que debatem sejam realizados. O Ministério da Educação em parceria ao Ministério da comunicação e Tecnologia, deve promover campanhas e palestras em escolas de ensino fundamental e médio de todo o país, por meio de pedagogos e técnicos em tecnologia especializados na introdução de pessoas ao sistema tecnologico, para conscientizar os jovens sobre e