A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 23/05/2022
A Constituição de 1988, prevê em seu artigo 6° o direito social a educação pertencente a todo cidadão brasileiro. De maneira análoga a isso, a formação de uma população gradativamente analfabeta em meios digitais, mostra como esta lei inerente a todos têm sido falha. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a desigualdade digital e a falta de incentivo por esta alfabetização na formação dos estudantes.
Em primeira análise, evidencia-se como a exclusão social se ampliou ademais para o eixo tecnológico do país, visto que no mundo moderno em que vivemos, este tema deveria estar sendo pauta de resultados positivos e não negativos. Sob essa ótica, segundo dados da pesquisa TIC, 28% dos domicílios apontaram falta de acesso a internet em 2019. Dessa forma, é possível entender como diversos brasileiros não possuem o mínimo de informação, pois estes não conseguem se conectar sem que haja um meio para isso.
Além disso, é notório como a escassez de estímulos para que os alunos possam aprender não apenas a se comunicar corretamente, como para interpretar de maneira segura o que é passado no espaço virtual. Desse modo, conforme o pensamento de Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. Consoante a isso, se for implementado aulas nas intituições de ensino sobre esta temática, futuramente não fundará uma geração leiga.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a alfabetização da nação. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal e Ministério da Educação investir na inclusão dos afetados e fazer um encaixe do assunto na grade horária, por meio de redirecionamentos na economia e propor palestras, a fim de que todos possam se enquadrar nas novas inovações.