A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 25/05/2022

No século XIX, o mundo viu-se a frente da quarta revolução, a tecno-científico, que trouxe a tecnologia como ferramenta chave para o cotidiano. De maneira análoga a isso, no Brasil, a população encontra-se a frente das consequências geradas devido a esta revolução, como por exemplo a desinformação, agravada pelo analfabetismo digital. Nesse prisma, desatacam-se dois aspectos importantes: o fácil acesso à conteúdos desestruturados e a literal influência midiática.

Em primeira análise, evidencia-se a simplicidade ao acesso de conteúdos revoltos. Sob essa ótica, segundo o instituto ‘G1’, mas de 70% dos brasileiros já foram vítimas de notícias falsas e informações adulteradas. Dessa forma, coloca-se em debate a apuração desse conteúdo, que de certo modo, gera a população desinformação e repulsão à construção da opinião pessoal.

Além disso, é notório que nem toda a população tem acesso à educação básica, sendo facilmente influenciáveis pelas mídias. Desse modo, assim como afirmado por Jean Jacques, renomado filósofo, o homem nasce livre e encontrasse acorrentado por toda a parte. Consoante a isso, é evidente que a formulação crítica provém do meio social a qual o cidadão for inferido, e aqueles que se encontram marginalizados, tem a pretensão tendenciosa de serem persuadidos por terceiros.

Depreende-se, pois, a adoção de medidas que venham amenizar a analfabetização no meio tecnológico. Dessa maneira, cabe a escola, importante influenciadora na formação dos cidadãos, promover a educação web, por meio de palestras e aulas voltadas para a área de tecnologia, a fim de promover conhecimentos a cerca desta. Somente assim, irá promover-se uma internet com informações seguras e uma população com visão crítica.