A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 30/05/2022
Com o advento da Terceira Revolução Industrial que se deu início em 1950,onde houve uma série de evoluções tecnológicas no mundo,que possibilitou a união de conhecimento científico e produção industrial.È vivido desde então um processo chamado “compulção pela modernidade”,onde se trata de que a sociedade necessita estar conectada em redes tecnologicas.Nesse contexto,o viés histórico permite a análise de um assunto importante nos dias hordiernos,a questão do analfabetismo digital no Brasil.Tal pauta deve ser observada sob dois enfoques:a desigualade de acesso a internet no país e causas pedagógicas.Desse modo,revelam-se necessidades de medidas para a resolução dos impasses.De início, convém ressaltar a disparidade de acesso á internet.De acordo com a pesquisa TIC Domicílios (2016), do Comitê Gestor da Internet no Brasil,46% das casas anda não tem acesso á internet,principalmente na periferia e zona rural.Nesse sentido,essa cruel dissemelhança faz com que parcela da população não tenha familiaridade com o ciberespaço,o que resulta em uma impossibilidade de se adaptar no uso dessa ferramenta.Dessa forma,parte do povo brasileiro,devido a sua condição social,é impedida de ter acesso á tecnologia, fato que consequentemente agrava esse entrave.Em segundo lugar,cumpre examinar as causas pedagógicas.São elas:as escolas não tem diciplinas específicas,e falta preparo aos professores. De fato,conforme o resultado da pesquisa a qual o site de notícias “G1” teve acesso, aponta que 89% dos professores não tinham experiência anterior à pandemia para dar aulas remotas.Ao amadorismo dos professores vem somar-se a ausência no currículo de treinamento dos alunos nas novas ferramentas digitais,o que agrava o problema sob análise.Portanto,diante do exposto, vê-se que há a necessicidade de medidas para mitigar os impasses.Empressas tecnologicas deverão assumir o protagonismo,com cursos de reciclagem,por exemplo,sobre o uso de tablets e de introdução ao “e-leaming”,aos professores da rede pública.Esses cursos serão realizados por meio de aulas ministradas por instrutores das empresas de tecnologia e pedagogos da rede pública.Com tais medidas espera-se que o Brasil consiga reduzir a profunda disiguadade socioeconômica representada pelo analfabetismo digital.