A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 31/05/2022
Em coadunação com o pensamento do filósofo brasileiro Mário Sérgio Cortella, é necessário cuidar da ética humana para não haver uma “sociedade anestesiada”. Nesse sentido, a dificuldade das pessoas idosas de se encaixarem no meio tecnológico, bem como o desprovimento de abordagens sobre o assunto nas instituições escolares de ensino público. Assim, o analfabetismo digital no Brasil se apresenta como um dos fatores da “soceidade anestesiada”.
Neste contexto, de acordo com o site de notícias G1, o distanciamento digital afeta diretamente pessoas idosas, visto que muitas delas sentem-se incapacitadas e desorientadas quanto ao uso correto de eletrônicos. Dessa forma, existe também, a dificuldade de aproximação com os recursos tecnológicos, dado que os idosos nasceram em uma época distante desse período tecnológico em que vivemos. Sendo assim, enquanto a falta de interação e conhecimento com os mesmos se mantiver, o Brasil permanecerá estagnado.
Além disso, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, 93% das escolas públicas sofrem com a falta de tecnologia, dado que expõem a contribuição para o analfabetismo digital por parte das escolas públicas. Sob esse viés, a falta de computadores e acesso á internet limitam o educador de integrar as diciplinas com ás novas tecnologias e de jovens ter acesso a elas. Entretanto com a inclusão de aparelhos tecnológicos nas escolas públicas minimizaria probelmas futuros dos jovens com a tecnologia.
Portanto, é de dever governamental como o MCTI, promover cursos gratuitos de informática para a população acima de 60 anos, com o intuito de orienta-los e promover maior interação com a tecnologia. Alem disso, cabe ao Ministério da Educação, proporcionar ás instituições escolares de ensino público aparelhos tecnológicos e acesso a internet, para melhor aprendizado dos jovens. Com essas medidas, a “sociedade anestesiada” será apenas um retrato passado do Brasil, que promoverá de forma efetiva o alfabestismo digital dos cidadãos.