A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 30/05/2022

No filme “Um senhor estagiário”, um idoso se torna estagiário sênior em um site de moda, logo de ínicio o senhor é menosprezado por parte de seus colegas de trabalho por apresentar dificuldades em manusear um computador. De maneira análoga a isso, é perceptível que a propagação da educação digital ainda é precária. Neste prima, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de conhecimento digital presente no Brasil, tendo como consequência um população que confia em notícias falsas.

Em primeira análise, evidencia-se que a democratização do acesso a educação é deficiente no país. Sob essa ótica, de acordo com o artigo 6° da constituição de 1988, a educação é um direito inerente a toda população, mas é evidente que esse direito não é assegurado a todos, tendo em vista que grande parte dos cidadãos brasileitos são digitalmente analfabetos. Dessa forma, com um sociedade digitalmente leiga é visto que há brechas na asseguração de seus devidos direitos.

Além disso, é notório que com uma nação sem preparação para desfrutar os meios digitais há grandes chances de as “FakeNews” se propagarem de forma mais aceleradas. Desse modo, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Kaspersky, 62% do brasileiros não conseguem reconhecer informações inverídicas, à vista disto é nítido a massa populacional brasileira não está preparada para usufruir as mídias sociais. Consoante a isso, no Brasil esse número de pessoas que acreditam em qualquer notícia que veem pela internet só tende a crescer com o acúmulo de “FakeNews”.

Portando, medidas são necessárias para mitigar a problemática da coletividade digitalmente leiga. Para isso, cabe ao Ministério da Educação em parceria com as escolas criar cursos para alunos e outra pessoas que desejam se informarem, por meio de aulas durante os finais de semana que ensinem como lidar com os meios digitais; com o objetivo de que o povo se previnam de cair em falsas notícias e em golpes. A partir dessas ações, será possível que os indivíduos não sofram por não saber utilizar as novas tecnologias, tal como o senhor estagiário que foi oprimido por não saber usar um computador.