A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 03/09/2023
Brasil e sua população na era medieval
A Revolução Francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construídos na contemporaneidade, tais quais a liberdade e igualdade. No entanto, a questão do analfabetismo digital no Brasil é incongruente com esses princípios históricos, em virtude de erros de entes públicos e coletivos. Assim, urge a análise precisa do imbróglio, à luz de questões normativas e educacionais.
Sob esse viés, cabe ressaltar, em primeiro plano, que o problema acontece por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para realização do bem comum - o que não é levado a sério pelos estadistas. Isso ocorre porque há falta de políticas públicas para a segurança digital, preferindo investir mais em atualizações gerando mais lucros e esquecendo a segurança de todos. Posto isso, os golpes e furtos digitais estão cada vez mais comuns e mais fáceis de acontecer.
Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo do óbice. Como não há educação de qualidade para preparar o jovem a lidar com o alto índice de tecnologia em sua vida a adversidade persiste e consequências como não entenderem como funciona e nem para o que serve, são frequentes. Logo, deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, para mudança do quadro retratado.
Fica evidente, portanto, aque são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os Interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizar a população, devem promover a relevância sobre o analfabetismo digital por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de informar mais a população sobre como entender a tecnologia. Logo, o analfabetismo digital no Brasil será intermediado(a) no século XXI.