A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 26/10/2024

No livro, “Brasil, do Futuro” o autor austríaco Stefan Zweig revela sua confiança na progressão do Brasil como país. Porém é visto nas últimas décadas o contrário ao pensamento de Zweig, visto que problemas referente ao conhecimento da população à alfabetização digital ainda é escasso, sendo a negligência estatal e a omissão social como seus principais fatores agravantes.

Primordialmente, é importante citar a negligência estatal como um fator de risco à essa problemática. Segundo o filósofo Nicolau Maquiavel, o governo tem como seu principal objetivo a manutenção do poder, dessa forma o governo ignora as deficiências educacionais como o analfabetismo digital e apenas dão atenção para políticas que trarão retorno eleitoral para si ou seja políticas de curto prazo.

Ademais, a omissão social à este tema é de suma importância para a invisibilização do aprendizado digital. É notável citar a filósofa Hannah Arendt em sua teoria, “Banalidade do Mal” onde a população acaba por normalizar injustiças sociais. Sob esse viés o pensamento de Arendt se torna notório referente ao analfabetismo digital, já que uma vez que a sociedade acha o tema banal, contribui para que para que não aja pressão social, dessa forma persistindo a desigualdade.

Portanto, cabe ao Estado - retentor de recursos para a transformação social - promover campanhas como “Educação Digital Já!” através de oficinas educativas e comerciais televisivos a fim de mitigar os impactos da má educação digital. Além disso a mídia deve pressionar o governo para superar esse problema. Dessa forma conquistaremos o “Brasil do Futuro” idealizado por Zweig