A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 05/05/2025

A ficção cinematográfica Jogador N°1: “Em 2044, em um mundo extremamente pobre e desigual, a utopia virtual OASIS é onde muitas pessoas passam o seu tempo”. Logo, a ficção se iguala em muitos fatores com o atual cenário da nação verde-amarela. Contudo, em pleno século XXI, existem pessoas menos afortunadas de periferia que não têm acesso ao mundo digital. Acerca disso, tem-se um problema fomentado, hão de ser discutido de forma ampla sobre a educação deficitária e a invisibilidade governamental.

A princípio, a Constituição federal de 1988, artigo 205, afirma: “Que a educação é um direito de todos e dever do estado e da família”. No entanto, o que observamos é diferente: uma parte da população ainda não tem acesso ao mundo digital, e, quando se trata de crianças e jovens, esse acesso costuma ser superficial ou limitado. Além disso, podemos observar que nas escolas públicas não possuem uma grande escola, onde traz um ensino amplo relacionado ao meio digital.

Ademais, o grande filósofo Sócrates diz: “Existe apenas um bem: o conhecimento, e um mal: a ignorância”. Todavia, a falta de conhecimento deixa as pessoas desprovidas para trás para concorrer por vagas de emprego de melhores remunerações. Mas, não ter tido um incentivo tanto pela parte da família quanto governamental, mostra a falta de visibilidade com estas pessoas.

Portanto, o Governo Federal, encarregado de promover o funcionamento do estado, deve, por meio de investimento e repasses de verbas, incluir a grade escolar, cursos de informática, computação, tecnologias e robótica. Tal medida tem como objetivo auxiliar e incluir jovens e adultos de periferias na inclusão ao mercado de trabalho, como também ajudar a se profissionalizar, auxiliando pessoas de baixo poder aquisitivo a concorrerem por cargos melhores e de melhor salário. Dessa maneira, o Brasil estará mais próximo de alcançar os ideais utópicos de um mundo de justos ideais.