A questão do plágio na contemporaneidade

Enviada em 23/07/2024

Em “O Grande Mentiroso”, um adolescente tem sua redação furtada por um produtor de Hollyood que transformou a redação em filme, quer dizer, plágio é roubar ideias. Visto isso, é do Estado que se pede apoio frente ao plágio na contemporaneidade, porque o Estado é o agente que atesta o direito de gozo da privacidade acerca da geração científica. Por conseguinte, o êxito de reservar os créditos dos fabricantes multiplica se os patriotas forem educados pelo valor ético da honestidade.

Sob essa ótica, o Estado tem função de garantir a verossimilhança dos autores em suas obras para evitar plágio, por isso, é correto solicitar que o Estado proteja brasileiros criadores de coisas, contra assalto de saberes partilhados. Nesse viés, não se fomenta a ciência e cultura por meio de inseguridade jurídica da publicação de desenvolvimentos inerentes a pessoa ou grupos, isto é, que não têm caráter anônimo. Além disso, vale ressaltar que no filme “Fome de Poder”, os irmãos McDonald’s nunca mais se recuperaram da subtração criminosa do sobrenome e do restaurante que tinham, por um oportunista que saiu impune, a saber, o plágio frustra os donos de feitios. Dessa forma, se o Estado não proteger a arte de fazer algo e, ter privacidade legal sobre o que foi obrado, corre o risco de perder gêneos.

Consequentemente, se o Estado destinar esforços na educação ética dos cidadãos, conseguirá, certamente, aplacar os plagiadores no interesse lesivo de furtar aquilo que foi engendrado por estranho, e acrescerá honestidade. Nessa lógica, a ética pode servir de termômetro individual da qualidade honesta, precoce ao Estado, quer dizer, independente de leis para nortear o que é legal, porquanto é engatada no juízo da mente. Ademais, segundo o filósofo Mário Sérgio Cortella, “a situação, não, faz o ladrão, apenas o revela”, ou seja, os plágios revelam uma sociedade que carece de reformas morais. Dito isso, educar é conferir segurança artistica.

Logo, depreende-se que se o Estado enfrentar o plágio, animará inteligentes e precisará educar a integridade. Destarte, o Senado, este que cria leis, deve fazer a lei, “Minha Arte Meu Nome”, por meio de parceria com a Câmara, a fim de fortalecer leis vigentes contra plágio e evitar “O Grande Mentiroso” na realidade.