A questão do plágio na contemporaneidade

Enviada em 24/07/2024

“As grandes conquistas da humanidade foram obtidas conversando, e as grandes falhas pela falta de diálogo”. Observa-se na frase de Stephen Hawking, físico teórico britânico, que a falha persiste no que tange ao cenário da questão do plágio na contemporaneidade é recorrente pela falta de diálogo no corpo social moderno. Em vista disso, percebe-se que a comuntura é motivada pela omissão estatal e o silenciamento da mídia, impasses esses no aspecto contemporâneo da Federação.

Diante desse cenário, é imprescindível analisar que a persistir da problemática deve-se, principalmente, à omissão do Estado, uma ver que esse não executa o direito fundamental ao direito autoral da obra estabelecido na Constituição federal, promulgada em 1988. A vista disso, pela falta de políticas públicas eficazes, como conscientização do uso da utilização da obra, para solucionar o, imbróglio, resultado em uma indenização ao autor plagiado. Desse modo, demaseio do Estado cria barreiras que impedem debates ativos para mudar a situação atual do plágio na contemporaneidade.

Outrossim, haja vista que além do problema estar inserido em um meio social que prioriza o lucro, o que reforça a inexistência de vigor nas relações pessoais altamente capitalista, o imbróglio é, ainda, motivado pelo silenciamento da mídia, pois em alguns casos as mídias tentam abafar o plágio. Sobretudo, tal problema persiste em virtude do individualismo consumista inerente do século XXI, impossibilitando diálogo ativos entre indivíduos. Logo, a intermediação dessas questões com ênfase em princípios normativos.

Portanto, são necessárias alternativas para amenizar essa problemática. Para isso, o Ministério da Justiça deve promover políticas públicas dentro dos direitos humanos. Essa alternativa será feita a partir das verbas da União proveniente do fundo rotativo orçamentário, com a destinação de concientizar os riscos do plágio na atualidade. Assim, o plágio na contemporaneidade será intermediado no século XXI, o diálogo social restabelecidos.