A questão do plágio na contemporaneidade
Enviada em 12/09/2024
De acordo com a pesquisadora Yeganiantz, a literatura sobre propriedade intelectual manteve uma visão idealista durante a década de 80 e foi desconstruída aos poucos na década de 90. Na atual sociedade, o capital intelectual fortalece a base para a administração das riquezas brasileiras do atual momento sócio-político, assim, a legislação observa, atualmente, a importância de se proteger o direito de propriedade de um bem intelectual. Neste sentido, as tecnologias desenvolvidas no Brasil sejam elas patenteáveis, detêm certo valor científico e o número de patentes é grande, no entanto, a aplicação delas é ínfima ao contexto internacional de pesquisa, portanto, vivencia-se uma ciência ainda de cotidiano embrionário.
Entretanto, o plágio em graduação e pós graduação, é visto como uma conduta criminosa passível de punição civil, a exemplo do fato que, a evolução dos processos industriais não coincide com o surgimento de novas patentes, através de teses e monografias, em grande escala, inibir a falsa produtividade ambiciona a obtenção das devidas estratégias produtivas ao quadro intelectual brasileiro de raridade, a ciência é demorada, pois constitui a um tempo de amadurecimento.
Todavia, o aluno recorre ao plágio, muitas vezes, por desconhecimento das normas de regulação textuais (ABNT) e, aliada à falta de leitura produz cópias, por isso, considerando a Internet o meio de acesso, faz profícuo o ensino de avaliação coletiva, com a correção textual a partir de mais de duas mãos entre os professores. o mundo On-line ainda possibilita o oposto, a identificação do plágio facilitada por meio de softwares.
Em suma, a evidente necessidade de manutenção de alta produtividade acadêmica por materiais inéditos, do qual encontrar as similitudes hoje, entrevê a facilidade atual de cotejar os textos originais, que antes era impossibilitado pela falta de livre acesso, é determinante, que o problema seja solucionado perante o existir de certos desafios reconhecidos pelas próprias instituições de ensino brasileiras, quando em uso técnicas de plágio indireto, faz profícuo o ensino de avaliação coletiva, com a correção textual a partir de mais de duas mãos entre os professores.