A questão do plágio na contemporaneidade

Enviada em 25/05/2025

Com o advento da internet e da tecnologia, o acesso à músicas, filmes e obras artísticas no geral se tornou mais rápido e fácil, isso significa que a questão do plágio na contemporaneidade também se tornou mais acessível. Plágio, é caracterizado por quaisquer tipo de citação ou reprodução de algo já feito sem dar os créditos ao criador, segundo artigo publicado em 2022 pela UFSM: “Plágio é um mal que ameaça qualquer tipo de criação atualmente”. O ato de plagiar algo desvaloriza e descredibiliza tanto quem plagia quanto o autor, e precisa ser erradicado.

Dessa maneira em primeira análise, a desvalorização do trabalho dos criadores é um desafio presente no problema. Em 2025, uma tendência que consistia na criação de fotos de pessoas no formato dos Studios Ghibli tornou-se viral, porém, em nenhum momento o nome dos criadores dos traços foram citados. Nesse viés, a IA estava sendo reconhecida e valorizada enquanto todo esforço e trabalho que os autores originais tiveram foi jogado para escanteio, isso é prejudicial para o moral de artistas, causando um sentimento de injustiça. Miyazaki, CO-fundador e criador das animações deu um depoimento dizendo estar enojado com a situação, esse é o efeito do plágio.

Em paralelo, a descredibilização é um estorvo no que tange o problema. No ambiente acadêmico esse obstáculo está muito presente, consoante artigo publicado pela UFSM, a apropriação de trechos e dados científicos se intensificou na pandemia de COVID-19, exatamente pela distância entre tutores e alunos, e o forte acesso a uma gama de conteúdos fáceis na internet. Dessa maneira, o plágio põe em risco a credibilidade de pesquisas, artigos e desprestigia títulos acadêmicos, o que limita a aprendizagem dos alunos e os torna acríticos.