A questão dos refugiados climáticos em debate
Enviada em 08/03/2023
De acordo com Djamila Ribeiro, escritora brasileira, para atuar sobre um problema, é preciso tirá-lo da invisibilidade. Desse modo, ao analisar a questão dos refugiados climáticos em debate, percebe-se a necessidade de medidas interventoras no intuito de armazenar esse cenário, o qual é potencializado pela destruição de seus habitats tradicionais e pela desigualdade socioeconômica. Sendo assim, é imprescindível que tal problemática continue a progredir.
Logo assim, observa-se que a carência informacional ajuda na destruição dos meios habitacionais. Isso porque, de acordo com Sócrates, filósofo grego, os erros são resultantes da ignorância humana. Nesse sentido, a falta de conhecimento impulsiona os erros a serem cometidos, como no caso não existe informação sobre a deslocação dessas pessoas para outras áreas por questão de sobrevivência e humanitária, não existe consequência para tal ocasião. Dessa forma, a temática continua sendo silenciada e comprometendo a vida das vítimas.
Diante desse cenário, a passividade governamental potencializa os desafios à desigualdade socioeconômica. Nesse sentido, de acordo com o filósofo Thomas Hobbes, a função do Estado é garantir o bem-estar social. Porém, ao notar as faltas de investimento para a garantia dos direitos dos refugiados e a suas insuficiências econômicas, percebe-se que o ideal de Hobbes não se concretiza. Desse modo, a negligência dos órgãos responsáveis impede a mitigação da problemática ocasionando no aumento do problema sem resolução.
Portanto, é notório que a questão dos refugiados climáticos em debate deve ser resolvida. Para isso, o governo, como instância máxima de administração executiva, deve realizar palestras por meios educacionais com o objetivo de informar à sociedade sobre tal problema e iniciar projetos de leis que promovam os direitos dos refugiados, a fim de diminuir as deslocações dos mesmos.