A questão dos refugiados climáticos em debate
Enviada em 30/05/2023
No documentário “Human Flow: Não existe lar se não há para onde ir”, é retratada a trajetória de milhões de expatriados que abandonaram seu país de origem, em uma busca desesperada por segurança, abrigo e justiça. No entanto, é exposto ao telespectador as causas que levam milhões de pessoas a abandonarem seus países, dentre elas a guerra, a miséria e a perseguição política, tendo acrescido nos últimos anos os fatores climáticos. Nesse viés, fora das telas, os refugiados climáticos estão em contínuo crescimento, em função da alta emissão humana de gases e crescimento das mudanças climáticas.
Em primeira análise, é importante ressaltar que o crescimento incontrolável da emissão de gases, afeta diretamente no Efeito Estufa. De acordo com o site CNN Brasil, o Brasil tem a maior taxa de emissão de gases dos últimos 19 anos. Sendo assim, com as consequências de tal efeito climático, como a inundação das cidades costeira e a desertificação de áreas férteis, as condições para uma melhor qualidade de vida diminui exacerbadamente nos países afetados. Logo, com a conscientização da sociedade para a redução da difusão dos gases, influencia rigorosamente no aminguamento dos refugiados climáticos.
Ademais, nota-se que as mudanças climáticas estão cada vez mais catastróficas. Entretanto, elas geram inúmeras consequências para os indivíduos que habitam o planeta Terra. Segundo Arnold Alois Schwarzenegger, ator austro-americano, as alterações climáticas não são ficção científica, elas são uma batalha real que impacta exorbitantemente a sociedade contemporânea. Sob essa ótica, a diminuição das mudanças climáticas é possível e está nas mãos da população.
Portanto, é mister que o Estado deve tomar providências para amenizar o impasse. Para isso, deve-se promover campanhas de conscientização contra a emissão de gases poluentes na atmosfera, por meio de palestras e das redes midiáticas. Nesse sentido, o intuito de tal ação é a irradicação do Efeito Estufa da realidade atual. Sobretudo, também seria interessante a aplicação de multa diante a ações humanas, que interfiram negativamente o clima, como o desmatamento e poluição. Somente assim, será possível que não exista mais refugiados climáticos, pois os mesmos conseguirão viver com qualidade no próprio país de origem.