A questão dos refugiados climáticos em debate
Enviada em 10/07/2023
Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Alongamente, fora da ficção, a sociedade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que está não se preocupa com os refugiados climáticos, embora este caso não tenha sido debatido. Nesse ínterim, entende-se a insuficiência legislativa e os impactos ambientais como causas desse desafio.
Dessa forma, em primeira análise, a insuficiência legislativa é um desafio presente no problema. Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que as soluções sejam promovidas. Porém a um silienciamento instaurado na questão dos refugiados climaticos, visto que pouco se fala da importância de abordar o assunto, tratando o tema como algo superflúo. Assim, urge tirar uma situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Por conseguinte, engrada-se aos impactos ambientais. Posto isso, as mudanças climáticas estão impactando os países menos desenvolvidos, problemas em relação a pobreza e a desigualdade vão se intensificar. Os países sobre tudo os menos favorecidos economicamente e industrialmente vivem na condição agrícola e essas situações climáticas afeta cada vez mais no agricultor. Segundo a Onu, a 22,5 milhões de refugiados registrados no mundo, um número de pessoas que não possuem registros que estão nestas condições é ainda maior. Logo é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Depreende-se, portanto, que é de extema importância a atuação governamental, em relação aos refugiados climáticos. Assim, a fim de reverter a insuficiência legislativa que impera, cabe ao Poder Executivo Federal, mais expecificamente ao Ministério da Justica e Segurança Pública, a criar medidas protetivas, para prever a segurança de todos os cidadãos brasileiros, tendo uma sociedade com tranquilidade. Além disso, a mídia pode contribuir com as exposições de pessoas refugiadas, e como tudo isso afeta na vida delas. Somente assim, com conjuntura de tais ações os brasileiros verão a dignidade humana.