A questão dos refugiados climáticos em debate

Enviada em 03/04/2023

A princípio, “constituição federal de 1988” assegura o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. No entanto, no que tange às mudanças climáticas vê se o consumo desenfreado e catástrofes ambientais, tais fatos reverberam na questão dos refugiados. Nesse contexto, pode-se destacar o uso inadequado dos recursos naturais e a agricultura em grande escala, como principais impasses.

Diante disso, é notório que apesar dos recursos naturais serem um bem comum, alguns exploram mais que outros e de maneira inconsciente. Além disso, desde a idade antiga a água é importante para a formação das civilizações, como, por exemplo, na região da Mesopotâmia. Outro sim, os recursos naturais, como, a água foram necessários para que a sociedade se estabelecesse em grupos e assim passaram a ser sedentários. Em contrapartida, com o desenvolvimento das tecnologias utiliza-se além do necessário acarretando dessa forma a aceleração de processo naturais.

Por conseguinte, percebe-se que a produção de alimentos foi importante para a sobrevivência e também para o processo de socialização. Assim, a obra “Vidas Secas” aborda a história de uma família de retirantes do Sertão nordestino. Nesse ínterim, o nordeste foi a primeira região a sofrer os impactos da colonização, através da exploração da cana-de-açúcar e criação de gado. Ademais, presentemente agricultura está atrelada ao capitalismo, o que antes garantia a sobrevivência atualmente se tornou uma maneira de se obter capital, fato que acarreta problemáticas com a poluição do solo.

Em síntese, é indubitável que soluções sejam tomadas, para mitigar a situação de refúgio climático. Logo, cabe ao “Ministério do meio ambiente e mudanças climáticas - Órgão do Poder Executivo Federal” supervisionar e limitar a quantidade de outorgas hídricas em determinadas regiões, para que assim o cenário da obra de Graciliano Ramos seja uma distopia no país.