A questão dos refugiados climáticos em debate

Enviada em 10/05/2023

Desde a tragédia de Brumadinho, a questão climática no Brasil ganhou força. O fato é que as mudanças climáticas são consequências até mesmo irreversíveis em alguns locais do planeta. Com isso, muitas pessoas precisam viajar quilômetros para poder estar em outro lugar que deveria acolhê-las.

A questão climática altera os padrões pré estabelecidos dos locais. Mesmo em países com grande potencial como a Índia, a problemática gera uma migração em busca de comida, água e principalmente moradia. O aquecimento global, por exemplo, afeta vários territórios que poderiam ser usados para a agropecuária. O calor intenso do planeta aumenta os problemas de saúde como doenças cardiorrespiratórias, e os refugiados de países subdesenvolvidos ou emergentes, não possuem recursos de buscar tratamento preventivo ou curativo para estas, precisando viajar longos dias a fim de possuir um direito básico: a saúde.

No Brasil, o Nordeste deve seguir um processo de desertificação, gerando mudanças no solo, na economia e na pluviosidade da região. Com isso, muitas pessoas devem migrar para outras regiões brasileiras ou países fronteiriços, gerando outros problemas nos locais, como superpopulação das cidades, doenças estrangeiras e questão de maior âmbito, como uma estagnação da já sucateada educação e economia brasileira.

Diante do exposto, é notório que as cidades precisam de um plano de controle populacional. Evidencia-se a necessidade de atentar-se as questões climáticas, para que as pessoas não precisem sair de seus lares e viver em miséria em outro locar. É preciso conscientizar a população sobre incluir as diversas culturas nas regiões com maior concentração de imigração.