A questão dos refugiados climáticos em debate
Enviada em 01/08/2023
No longa-metragem “Epa! Cadê o Noé?” (2015), o elenco de animais passa por apuros, quando, devido ao extremo aumento de chuvas, a planeta Terra fica imerso em água, sendo necessário sobreviver em uma arca. Fora da ficção, são muitas as mudanças climáticas ocorrentes na atualidade, tornando cada vez maior o número de refugiados, em virtude da grande poluição e do vulcanismo. Portanto, urge que se discuta sobre o assunto para propor medidas capazes de reduzir o impasse.
Primeiramente, no tocante à poluição mundial, é grotesca a quantidade de gás carbônico (CO2) emitida anualmente. Pode-se dar, como exemplo, o aumento do nível do mar em aproximados 18 a 20 centímetros desde 1900, devido ao aumento das temperaturas, causado pela emissão de tal poluente, segundo dados do site Iberdrola. Dessa forma, nota-se como a alta das águas oceânicas causaria grande evacuação de áreas mais rebaixadas, despejando inúmeras famílias.
Em uma segunda análise, os vulcões são grandes desastres ambientais que afetam em grande escala. Exemplificando, no ano de 2018, uma erupção do vulcão Kilauea, localizado no Havaí, nos Estados Unidos, destruiu mais de 700 residências, devastando uma grande área nos arredores de sua extensão. Dessa forma, percebe-se como tal desastre é imprevisível e traz riscos aos moradores em sua proximidade, tornando-se um agente climático de grande perigo.
Portanto, percebe-se como a poluição e o vulcanismo são fatores de perigo na qualidade de vida da população, principalmente àqueles que são afetados por tais agentes. Assim, é dever da ONU (Organização das Nações Unidas), juntamente com todos os Países, desenvolver maneiras de contornar tais desastres, através de campanhas efetivas e saraus, para assim, ajudar a todos os refugiados climáticos espalhados pelo território mundial, visando o desenvolvimento de toda a coletividade.