A questão dos refugiados climáticos em debate
Enviada em 28/06/2023
Há dez mil anos, ainda na era primitiva, o ser humano era caracterizado por nômades, não obtinham uma residência fixa, já que precisavam buscar água e alimento. Nesse sentido, tal panorama se modificou e as populações evoluíram, como está presentemente. Em contrapartida, nota-se que essa realidade impôs novos desafios para as sociedades contemporâneas como, as grandes mudanças climáticas em área de moradia de alguns povos. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: como os governos atuais tem se comportado com a entrada de refugiados em seus países e quais são as consequências de muitos imigrantes entrando em diferentes localidades.
A princípio, o conceito de refugiados nasceu no final da Segunda Guerra Mundial, quando a quantidade de pessoas deslocadas se tornou algo de grande proporção. Além disso, atualmente refugiados são obrigados a deixar seus países e cruzar diversas fronteiras por problemas como: guerras, movimentos políticos e efeitos climáticos ou ambientais catastróficos. Do mesmo modo, de secas extremas a enchentes avassaladoras, tem afetado completamente as sociedades, os governos em suma responsabilidade não tem sido tão proativo com seus respectivos povos, temos como prova disso as divisões sociais constantes em diversos sites e jornais.
Ademais, desesperos, mortes em alto mar e grande sofrimento em famílias, são constantes pela ansiedade de encontrar um lar. Dentre os efeitos mais diretamente conectados ao deslocamento forçado, inundações e secas extremas evidenciaram-se como as consequências mais impactantes no crescimento de conflitos, da pobreza e da fome global. Logo, um Relatório do Banco Mundial alerta que, ao todo, 216 milhões de pessoas poderão ter que deixar suas regiões devido às alterações do clima, aponta o G1, (portal de notícias da rede globo).
Diante do exposto, é notório o carecimento de resoluções para a problemática. Por isso, a ONU, organização das Nações Unidas, apontou serem vinte e dois milhões de refugiados entrando no Brasil por ano. Portanto, é necessário que a ONU, juntamente com o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), precisam trabalhar nas organizações e documentações das pessoas, dando a elas abrigo e novas oportunidades, para demonstrar respeito aos direitos humanos.